Mas que vontade imensa de sair do meu próprio corpo e me aplicar um sermão. Que raiva de não ter aceitado as coisas como elas são, que raiva de ter acendido uma vela de esperança, raiva de dominar a arte da auto-corrosão.Detesto as dores das quais sempre me submeto ao me dedicar, digamos assim. Mas parece que é agradável, só não se sabe para quem.
Insano? Alarmante? Dolorido? Ardente? Intenso? Esperançoso? Sim. E espero não sentir isso nunca mais. Eu disse nunca mais.

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