
Deixando as coisas remarem com a maré, me pego com a pulsação acelerada quando direciono os olhos para você involuntariamente. Tento controlar, desviar o pensamento, mas já não dá. E não é algo que me faça sofrer por ter seus riscos, mas me faz sorrir por salpicar o dia de prazer.
São sempre as pequenas coisas que me fazem feliz. Sempre os detalhes: um olhar, um jeito peculiar de falar, um trejeito, um carinho atencioso; que me deixam cantarolando alguma melodia alegre para o resto do dia. É o que me deixa bem. É minha felicidade minimalista.

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